29.9.07

m.

às vezes acho que m. existe. às vezes acho que m. não existe. e ainda não sei se quero que m. exista ou não. um dia disse que m. era uma rapariga surrealista. agora já não sei se sou eu o surrealista e ela é fruto apenas dos meus sonhos.

sei que m. é diferente de toda a gente. é especial e não é deste mundo. e com m. não faz sentido falar de coisas banais. não sei se sei falar com m.

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